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Castelo de Arraiolos |
Este Castelo remonta ao século XII, altura em que a povoação foi conquistada aos mouros por Geraldo Sem Pavor. Mandado construir por D. Dinis, foi edificada pelos Alcaides da Vila, foi edificada uma cerca em redor do castelo. Sofreu em 1640 algumas alterações a nível militar. Com a subida ao trono de D. João I, o castelo passou para a posse de D. Nuno Álvares Pereira. Da campanha de reconstrução do tempo de D. Manuel I, data o Paço fortificado.
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Tapetes de Arraiolos |
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Bordados ao longo dos séculos, os Tapetes de Arraiolos constituem uma das afirmações mais vincadas do génio artístico do povo português. Os documentos mais antigos que se referem ao fabrico destes tapetes datam dos finais do século XVI, supondo-se, no entanto, que a sua implantação date de tempos mais recuados. O tapete de Arraiolos é bordado a lã sobre tela com ponto de Arraiolos. De salientar que os tapetes imortalizaram a vila alentejana, e quem passa por Arraiolos é frequente ver sentadas às portas, nos dias soalheiros, mulheres a bordar estes tapetes tradicionais.
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PELOURINHO DE ARRAIOLOS |
Está situado na praça Dr. Lima e Brito (Paços do Concelho), precisamente no topo norte, em frente ao antigo hospital do Espírito Santo e no outro extremo o antigo edifício da primitiva Câmara e Cadeia Comarcã que actualmente é o tribunal.
Monumento Nacional, obra de estilo manuelino. Foi erguido em 1534, séc. XVI.
O tronco é de forma octógona. A coluna é em espiral de mármore de Estremoz, de onde surgem quatro ganchos, o remate é esférico e precedido de penha facetada.
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Convento de Nossa Senhora da Assunção |
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Edifício compósito caracterizado pela sobreposição de estilos arquitectónicos e decorativos, com o predomínio do manuelino-mudéjar na igreja e do barroco seiscentista no convento. Foi fundado no séc. XVI pela Ordem de Santo Elói e dedicado a Nossa Senhora da Assunção. Depois de profundamente restaurado nos anos 90, nele funciona uma magnífica pousada. |
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Fonte da Pedra |
Também conhecida como fonte dos Almocreves, situa-se a cerca de 300 m da vila.
Uma fonte de particular encanto e de água muito fresca.
É uma obra de alvenaria de corpo central aberto em três arcos redondos e em disposição sensivelmente semicircular, cobertos por empenas de ornatos aparatosos, de estilo recocó decadente, escaiolados.
A fonte tem duas bicas, com embasamento de mármore golpeado e almofada; a taça, de linhas curvas, destina-se a animais de sela.
A parte traseira da fonte é composta por um tanque de forma ortogonal com cobertura de ferro rematada por fecho redondo, central. A ligação da água entre a fonte e o tanque é feita por uma almofada de forma triangular.